segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Investimento Privado no Turismo - Brasil





O conceito de turismo segundo a Organização Mundial do Turismo (2010), é definido pelo OMT como atividades de pessoas que viajam para ficar em lugares fora do seu ambiente habitual, por não mais de um ano consecutivo para lazer, negócios e outros fins.

Para que o desenvolvimento do setor turístico tenha um melhor desempenho o setor privado precisa contribuir mais e melhor. Segundo Trigo (1998, p.46) “Sem investimento privados não há desenvolvimento de longo prazo”.

Os projetos de desenvolvimento do turismo de âmbito regional e nacional não é apenas de responsabilidade do setor público,  como afirma Trigo (1998, p.35), “os empresários, o capital internacional, os profissionais da área e a sociedade civil em geral devem participar desses projetos para que o turismo se torne, cada vez mais, um setor dinâmico, lucrativo [...]”.

A pesquisa de Severino e Tomasulo (2012), demonstrou que o governo federal e o estadual foram os maiores financiadores dos projetos de turismo no estado de Santa Catarina. 

Os autores Rocha & Teixeira (1996), apresentam fortes evidências que o investimento público exerceu um papel substitutivo do investimento privado no período 1965 a 1990.

Desta forma, a necessidade de investimento no setor turístico é um fato. Os setores primordiais são: investimento de infraestrutura turística e pública, investimento na promoção dos destinos, na qualificação dos recursos humanos, investimento de ações para o desenvolvimento da sustentabilidade das cidades turística. 

O desenvolvimento do turismo também precisa ser patrocinado pelos empresários, que certamente usufruem dos benefícios que atividade turística produz.

Por fim, tão importante quanto à liberação dos recursos do governo para desenvolvimento do turismo é a aplicação de investimento privado nos destinos turísticos.

Fonte:
OMT. Disponível em http://www.world-tourism.org. Acesso: 24/05/2010
ROCHA, C.H., TEIXEIRA, J.R. (1996) “Complementaridade Versus Substituição entre Investimento Público e Privado na Economia Brasileira: 1965-90”, Revista Brasileira de Economia, vol.50, nº 3, Julho/Set..
SEVERINO, S.; TOMASULO, S. Planos estratégicos municipais de turismo do Estado de Santa Catarina - roteiros turísticos  regionais: um estudo. Turismo em Análise, v. 23, n. 2, p. 408-436, 2012.
TRIGO. L. G. Turismo Básico. São Paulo: Editora Senac, 1998.

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Atrativos Turísticos - BRASIL



                                              Rio de Janeiro


Belo Horizonte: Igreja São Francisco de Assis, Lagoa da Pampulha;

Brasília: Ponte JK, Santuário Dom Bosco;
                           Ponte JK - Brasília

Cuiabá: Basílica Sr. Bom Jesus, Museu Rondon;

Curitiba: Jardim Botânico de Curitiba; Ópera de Arame - Pedreira Paulo Leminski;

Fortaleza: Avenida Beira-mar, Mercado Central de Fortaleza;

                                    Pelourinho - Salvador


Manaus: Encontro das Águas, Teatro Amazonas;

Natal: Praia de Ponta Negra, Forte dos Reis Magos;

Porto Alegre: Mercado Público Porto Alegre, Passeio de barco pelo Rio Guaíba;

Recife: Recife Antigo, Bairro de Boa Viagem;

Rio de Janeiro: Pão de Açúcar, Praia de Copacabana;

Salvador: Elevador Lacerda, Pelourinho;

São Paulo: Catedral; Mercado Municipal.

Fotografias: Unsplash

domingo, 11 de agosto de 2013

Curiosidade - Arcos da Lapa - Rio de Janeiro



Os Arcos da Lapa são antigos aquedutos carioca c
onstruídos no período colonial. Atualmente é um dos mais importantes atrativos turísticos da cidade do Rio de Janeiro.

Segundo o professor E. M. Silveira Sampaio no seu Blog¹ “O Aqueduto da Carioca foi construído em 1723 e tinha como objetivo levar as águas do rio Carioca até o Largo da Carioca”.


A obra “Arcos da Lapa” foi considerada monumental para o período colonial. “A imponente construção tem 17,6 metros de altura, 270 metros de extensão e 42 arcos em estilo romano".²

Fonte:


segunda-feira, 22 de julho de 2013

Tiradentes - Minas Gerais - Brasil



A pequena cidade Tiradentes está localizada no sul do estado de Minas Gerais, possui a população de 6.961pessoas e sua área é de 83,047 km² (IBGE, 2010).

Tiradentes foi tombada como Patrimônio Histórico Nacional em 1938, pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – Iphan. Preservando não só seu conjunto arquitetônico como também áreas de seu entorno paisagístico, especialmente a imponente Serra de São José com agradáveis cachoeiras e vegetação remanescente da Mata Atlântica¹.



Os atrativos turísticos estão divididos em três tipos: MONUMENTOS RELIGIOSOS, MONUMENTOS CIVIS e ROTEIRO ECOLÓGICO. O atrativo que merece destaque é a Estação Ferroviária - Maria Fumaça:

A Estação da Estrada de Ferro foi construída no ano de 1880, “em estilo característico da arquitetura da estrada de ferro, com lambrequins e telhas marselhesas, vindas da França. Ainda estão em funcionamento as locomotivas a vapor que datam do início do século XX. A locomotiva, hoje usada apenas para fins turísticos, corre São João del Rei e Tiradentes nos finais de semana e feriados"¹.

O turismo ferroviário é um segmento do turismo cultural que ocupa um espaço importante no mercado turístico nacional. A malha ferroviária é de 30 mil km, em 2013. O Brasil tem hoje 32 trens turísticos em operação, espalhados por 11 estados das regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste.(MTur) ².

Visite Tiradentes!

Fontes:

quinta-feira, 4 de julho de 2013

História da Hotelaria e Curiosidades



500 AC –
surgimento de pensionatos e primeiros spas na Grécia.

Idade Média – Mosteiros e abadias – The Three Kings Inn – Hotel na Suíça

1100 – Primeiros Inns – Hospedarias.

1300 – Leis francesas exigem que o hotel seja responsável pelos pertences dos hóspedes, tendo os hotéis que pagarem por danos cometidos aos seus clientes.

1400 –  A lei francesa exige registro dos hóspedes.

1500 – Primeira avaliação dos hotéis e das  hospedarias – França.

1790 – Novos hotéis – Inglaterra, Europa, EUA. Final do século XVII – decorrentes da revolução industrial.

1870 – Surgimento de hotéis com banheiro privativos – Cézar Ritz.

1890 – Hotel Netherland – NYC – Apartamento dos hotéis com telefone.

1900 – Staler Hote – NY,  Hotéis com a oferta de serviços dentro do hotel.

1950 – Surgimento do mercado turístico e grandes complexos hoteleiros.

1970/1980 – Globalização da economia e da cultura.  Surgimento de novos meios de hospedagem: flats, pousadas, hotel executivo, lazer, Spas de saúde. Hotéis com mais de 1000 UHs (redes Marriot, Accor, Inter- Continental e Méridien)

90/2000 – Visão do hotel diferenciada, sendo considerado como um espaço que oferece serviços hoteleiros como: restaurante, cinema, academia, recreação, etc.

Anos 2000/2010   A invenção da internet proporcionou aos hóspedes a reserva de hotel online, não é mais preciso fazer ligações, tudo pode ser resolvido de maneira digital.

Fonte: Material didático – Carlos Alberto Barbosa Souza



segunda-feira, 10 de junho de 2013

Zygmunt Bauman - Turistas - os heróis - da pós-modernidade

                                                                       Fonte: unsplash/hyeonji

Bauman (1998), diz que a projeção espacial sobre o tempo é o aspecto mais significativo da mentalidade moderna. O tempo progrediu do obsoleto para o atualizado. Um exemplo seria: Como pode alguém investir numa realização de vida inteira, se hoje os valores são obrigados a se desvalorizar e, amanhã, a dilatar? O mundo construído de objetos duráveis foi substituído por produtos projetados a se tornarem obsoletos num curto espaço de tempo.

O autor acima diz que o jogo pós-moderno é proibir o passado e o futuro, devemos relacionar-se apenas com o presente. Abolir o tempo em qualquer outra forma e viver o presente contínuo. Consequentemente, não existe o para frente ou para trás, apenas a   habilidade de se mover  e não ficar parado.

O eixo da vida na sociedade atual é não fixar a sua identidade. O turista é o melhor exemplo desse comportamento, dessa evitação. Eles que valem o que comem e são mestres supremos da arte de misturar os sólidos e desprender o fixo. Antes e acima de tudo, eles realizam a façanha de não pertencer ao lugar que podem estar visitando: é deles o milagre de estar dentro e fora do lugar ao mesmo tempo. O turista guarda a sua distância, e veda a distância de se reduzir à proximidade (BAUMAN, 1998).

Segundo Bauman (1998, 114) “O nome do jogo é mobilidade: a pessoa deve poder mudar quando as necessidades impelem, ou os sonhos o solicitam. A essa aptidão os turistas dão o nome de liberdade, autonomia ou independência (...)”.

Por fim, apesar do livro de Bauman ser intitulado O Mal-Estar da Pós-Modernidade, sendo uma crítica negativa do que a modernidade líquida está causando na sociedade. Foi muito interessante a comparação entre turista e identidade pessoal. Muitos autores do turismo questionam a interferência do turista na identidade da comunidade local visitada, porém não abordam a questão da flexibilidade da identidade do turista.

Fonte:

Zygmunt Bauman. O Mal-Estar da Pós-Modernidade - 1998.

domingo, 2 de junho de 2013

Trancoso - Bahia





                                                                                                                                      Fonte: Unsplash

A Vila Trancoso está localizada no litoral de Bahia, distrito do município de Porto Seguro. A população de Porto Seguro segundo IBGE (2010), é de 126.929mil pessoas. Trancoso é um vilarejo simples e inesquecível, está localizado a 26 de quilômetros de Porto Seguro.

A Vila de Trancoso pode ser considerado um atrativo turístico cultural do país simplesmente por manter-se até hoje como uma das últimas regiões originais das primeiras povoações do Brasil. 

“A aldeia de São João Batista dos Índios, atual Trancoso, foi fundada com a finalidade de defender a região dos contrabandistas de pau-brasil, que chegavam pelo litoral. Atualmente, cerca de 500 anos depois, a vila assiste à chegada de novos desbravadores. Só que, desta vez, são turistas de todo o mundo, que buscam sol, mar, tranqüilidade e muita história”.

O Turismo da Vila começou segundo Silva (2006, p. 56):
A comunidade de Trancoso, na década de 70, passou a receber visitantes, em sua maioria hippies, que procuravam no litoral brasileiro, comunidades isoladas e com um modo de vida simples. Com o decorrer dos anos, a divulgação foi aumentando por intermédio das descrições daqueles que estiveram em Trancoso, atraindo novos visitantes”.

Principais atrativos:
Turismo religioso; Quadrado Histórico (Praça São João Batista); Igreja São João Batista; Artesanato; Praias.


Fontes:
LEONARDO THOMPSON DA SILVA - CULTURA, TURISMO E IDENTIDADE LOCAL: impactos socioculturais sobre a comunidade receptora de turismo –  Trancoso, Porto Seguro, Bahia


NETFLIX - Home Turismo

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